Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




Afinal, terá sido o metano que causou a extinção da vida marinha

A extinção de cerca de 90 por cento das espécies marinhas e de 70 por cento dos vertebrados ocorrida há 201 milhões de anos terá sido causada, não pelo incremento da actividade vulcânica, mas graças à libertação de uma enorme quantidade de metano na atmosfera, conclui um estudo publicado na revista Science.

HERÓIS DO MAR

Bravura no mar, poesia em terra

Foi por entre as dunas da Praia de Mira que Mário Cardoso Reigota foi descobrindo os segredos do mar e da vida de pescador.
Começou na sardinha já lá vão 50 anos, passou belo bacalhau nos mares do Norte e pela pescada, nos do Sul. Hoje já não deixa terra mas é ao seu companheiro de décadas que vai dedicando a poesia que escreve.
 

FAROL DE S. VICENTE

O último raio de Sol da Europa

O farol do Cabo São Vicente ou Farol de D. Fernando, foi mandado erigir por D. Maria II, tendo entrado em funcionamento em Outubro de 1846. Era iluminado a azeite e o carácter da luz era de dois clarões de dois segundos a cada dois minutos de período, sendo que o alcance luminoso rondava as seis milhas náuticas. O farol foi, depois, votado ao abandono por vários anos, atingindo um estado de quase ruína.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) foram fundados em Junho de 1944 no âmbito do programa do Governo para a modernização da frota de pesca do largo, na forma de uma sociedade por cotas de responsabilidade limitada com o capital social de 750 contos, por um grupo de técnicos e operários especializados oriundos dos Estaleiros Navais do Porto de Lisboa, encabeçados por Américo Rodrigues, seu mestre geral. Juntar-se-lhes-iam, como sócios capitalistas Vasco D'Orey e o vianense João Alves Cerqueira da Empresa de Pesca Proprietária de veleiros para a pesca do bacalhau.

Estaleiros Navais de Viana do Castelo - Filme de 1952

Documento histórico em filme de autor desconhecido, reportando o dia a dia dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, há 59 anos atrás. A empresa tinha sido constituída em 1944, laborando há oito anos.

POR ARMANDO TEIXEIRA CARNEIRO

Portos e Canaes

Há 100 anos atrás que o CMG António Artur Baldaque da Silva se dedicava à realização de um notável projecto portuário a localizar imediatamente a sul do Cabo Mondego, na Baía de Buarcos, que daria origem a um Projecto Lei e a um livro intitulado Portos e Canaes em que deixava registadas as suas ideias e propostas sobre os seguintes temas: Porto Oceanico do Cabo Mondego; Canal Marítimo de Aveiro, Coimbra e Aveiro, Portos de Mar; Ligação do Mondego com a Ria d’Aveiro e o Liz; Canal Marítimo do Mondego e, ainda, Melhoramentos da Figueira da Foz.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Afundamento do vapor hespanhol «Bigonia» - 19 de Setembro de 1922

Hontem encontrava-se em perigo a sete milhas do Cabo da Roca o vapor hespanhol «Bigonia», em socorro do que tinha ido o rebocador «Walkirien», ao serviço da Mala Real Ingleza. Quando o «Walkirien» chegou junto do «Bigonia» ainda alli estava o paquete inglez «Avontoron», com o qual chocara o barco hespanhol. Para o «Avontoron» já tinham passado bastantes tripulantes e o «Walkirien», depois de recolher a bordo a tripulação do barco hespanhol rebocou-o até defronte de Cascaes, no intuito de o encalhar. Não se pôde, porém, pôr em pratica este intento, pois que o «Bigonia» se afundou completamente.
 

HOJE, 10 DE JULHO, EM ESPINHO

Vir a banhos 2011

A Câmara Municipal de Espinho promove hoje, domingo, 10 de Julho, a recriação de uma praia de inícios do século XX onde serão encenados os diferentes modos de estar na praia e em que participarão dezenas de personagens que, a par com os banhistas, vestidos a preceito, frequentavam as praias de então : vendedores de água, tremoços, doces, vira-ventos; fotógrafos à la minuta; as tão habituais companhias de teatro de robertos, e contorcionistas .

Em busca do Velocino de Ouro

A saga dos argonautas descreve a perigosa expedição rumo à Cólquida em busca do Velocino de Ouro. Conta o mito que Éson havia sido destronado por Pélias, seu meio irmão. Seu filho Jasão, exilado na Tessália aos cuidados do centauro Quíron, regressou ao atingir a maioridade para reclamar o trono que por direito lhe pertencia.

ATÉ 29 DE JANEIRO DE 2012

Exposição «Eu e o Mar» - Profissões Tradicionais de Peniche

Na Sala do Governador (Fortaleza de Peniche), está patente a exposição “Eu e o Mar”. A exposição integra-se na XII edição do Festival Sabores do Mar e na II edição da ExpoPeniche, iniciativas que, até 17 de Julho, fazem atrair a Peniche muitos milhares de visitantes.
 

BARCOS-VOADORES

União Soviética pioneira com o EKRANOPLANO

A União Soviética foi a grande pioneira neste domínio e a sua Marinha fez inúmeras experiências altamente secretas, chegando a construir a partir dos anos 50 uma série de EKRANOPLANOS, que são tidos até hoje como um dos mais impressionantes meios de transporte já construídos pelo homem. O Ekranoplano KM pesava 540 ton, 150 ton a mais que o Boeing 747-400, um dos maiores aviões comerciais em actividade.

A vilegiatura marítima

Espinho, como uma praia abrangente, e ao contrário de praias mais elitistas, recebia veraneantes das mais variadas origens sociais que se deslocavam de quase todos os distritos do país. A presença de uma alargada colónia balnear espanhola, oriunda principalmente da Estremadura e da cidade de Madrid, dava um toque de cosmopolitismo – a língua de Cervantes ouvia-se em todos os recantos da estância durante os meses de Julho e Agosto.

«Naviera Armas» há cinco anos na Madeira

Dirigida por Antonio Armas Fernández (filho do fundador e seu actual presidente), conhecedor das tendências do sector, a "Naviera Armas" estabeleceu em 2 de Julho de 2006 a primeira carreira regular de passageiros entre Las Palmas, nas Canárias, e o Funchal, transportando logo nesse ano 4 000 passageiros. No ano seguinte viria a transportar 10 000 passageiros e 2 000 viaturas. Em 2008, resolveu estender a carreira até Portimão.

Viajando pela história dos faróis no Brasil

As rústicas atalaias de madeira e as primitivas construções de alvenaria foram sendo, a partir da independência, paulatinamente substituídas por robustas torres (ainda hoje existentes) e esguios postes de ferro fundido provenientes da Inglaterra. As fabulosas torres Mitchell, com residências suspensas, construídas sobre sapatas roscadas em terrenos arenosos são importadas para Salinas, Aracaju, Belmonte, Rio Real e São Tomé, entre outros.
Evoluiu-se dos candelabros e lampiões suspensos, dos aparelhos com reflectores parabólicos de luz fixa, aos sistemas rotativos de corda (tal e qual a de um relógio de cuco), e aos aparelhos lenticulares de cristal importados de França, na ocasião o único fabricante no mundo.

 

O que é um «moliceiro»?

Variam as suas dimensões conforme as zonas de navegação. Um moliceiro mede em média, 15 metros de comprimento, com 7,50 metros entre as cavernas de água. Para facilitar a apanha e o carregamento do moliço, apresenta costados muito baixos medindo de boca 2,50 metros e de pontal cerca de 1 metro. O fundo é plano e de pequeno calado adaptável à pouca profundidade existente em alguns pontos da Ria, este facto permite-lhe navegar por onde os barcos de quilha não passariam. Além disso, facilita a arrumação do moliço e os trabalhos de descarga.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A Doca Delpeut, em Setúbal

A maior parte da população setubalense actual não chegou a conhecer esta doca, desaparecida com as obras do Porto de Setúbal, nos anos trinta do século passado. Localizava-se nas traseiras do antigo teatro “Grande Salão Recreio do Povo”, paredes meias com a Rua 1.º de Maio, banhando as proximidades de várias fábricas de conservas em direcção ao rio.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Barra de Lisboa - Carta náutica de 1673

Espécime reproduzido a partir da obra “Pratica da arte de navegar composta por o cosmografo mor Luís Seram Pimentel”, a primeira em que o manuscrito, datado de 1673 e conservado na Biblioteca Nacional de Lisboa, é publicado, com prefácio de A. Fontoura da Costa.

BAÍA DE GUANABARA, RIO DE JANEIRO, 17 DE JUNHO 1922, 17:32

Concluída a 1.ª Travessia Aérea do Atlântico Sul

Partindo de Lisboa no hidroavião Lusitânia - um monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce - o piloto Sacadura Cabral (1881-1924) e o navegador Gago Coutinho (1869-1959) percorreram 8.383 km em 62h 26m de voo, fazendo escala em Las Palmas, S.Vicente no arquipélago de Cabo Verde, Cidade da Praia na ilha de S.Tiago também em Cabo Verde, em Penedos no arquipélago de S.Pedro e S.Paulo já no Brasil , Fernando de Noronha, Recife, Baía, Porto Seguro, Vitória e Rio de Janeiro.

Palheiros da Tocha

"Como vive esta gente? Vive com simplicidade nos Palheiros, casa ideal para pescadores… É construída sobre espeques na areia, com tábuas de pinho e um forro por dentro aplainado (…) cheiram que consolam, quando novas, a resina, a árvore descascada e a monte; ressoam como um velho búzio e são leves, agasalhadas, transparentes (…) por dentro conservam uma frescura extraordinária, e quando se abre uma janela, abre-se para o infinito…"
Raul Brandão
“Os Pescadores”

O Twitter do início do século 20

O mar, quando quebra na areia, não é só bonito, bonito, como canta o compositor baiano Dorival Caymmi. Às vezes, também é mágico. Como quando despeja na praia uma garrafa. Humm, tem alguma coisa dentro dela. Parece… É uma mensagem. Curioso para ver o que ela diz? Vamos lá, então. Está escrito:
“Para evitar conflitos, deixo tudo que tenho a quem achar esta garrafa. 20 de junho de 1937. Daisy Alexander”.
Daisy era uma ricaça inglesa excêntrica, filha única de Isaac Singer, dono das máquinas de costura que conquistaram o mundo. O seu passatempo consistia em jogar bilhetes engarrafados nas águas do Tamisa.

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