Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




POR RICARDO PAULO

PARA APROVEITAR ALARGAMENTO DO CANAL DO PANAMÁ - Cluster portuário rumo à internacionalização

Realizou-se de 18 a 22 de Janeiro a Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR), que é considerada como uma das maiores do mundo. Numa iniciativa promovida pelo Turismo de Portugal, o nosso país marcou mais uma vez presença com um stand composto por quarenta expositores e seis regiões de turismo. Quarenta e seis players, muitos deles concorrentes entre si, optaram por se juntar em torno de um objectivo comum: incrementar negócio promovendo a marca Portugal. O resultado foi um sucesso e, pelo segundo ano consecutivo, Portugal venceu o prémio para o melhor stand.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

LINER SHIPPING CONNECTIVITY INDEX - Portugal na 56.ª posição

A UNCTAD publicou recentemente o liner shipping connectivity index (LSCI), o seu índice anual de conectividade marítima em linhas regulares de contentores, em que Portugal ficou em 56º, descendo do 26ª posição que ocupava em 2010, regressando a valores relativos semelhantes aos de 2006. É ainda assim uma posição muito próxima da posição do País no índice global de competitividade que já referi neste portal.

POR ANTÓNIO NABO MARTINS

A carga pode (não) ser uma carga de trabalhos

O agravamento da situação económico-financeira do País e, consequentemente, a definição e o ulterior endurecimento das medidas de austeridade acordadas com a “Troika” marcaram e marcam a realidade dos transportes de mercadorias em Portugal, nomeadamente por via ferroviária.
Este facto associado às nossas “históricas” dificuldades, por um lado, relacionadas com a diferença de bitola, com a falta de interoperabilidade e com a posição geográfica de Portugal relativamente ao continente europeu; por outro, com a necessidade urgente de resolvermos o problema da resistência de engates, da capacidade de tração das locomotivas, do perfil do traçado com algumas rampas, do comprimento dos comboios e ainda alguma regulação, obriga-nos não só a olhar para as condições e para o contexto, mas também para a nossa realidade.

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

Bendito chicharro

O nome do chicharro ajuda a mantê-lo desconhecido por quem não percebe nada de peixe - e logo benditamente barato. Acho que é de propósito. Os pescadores - que comem todos os chicharros que puderem, vendendo apenas aqueles que as barrigas já não admitem - deram-lhes um nome pouco apelativo, como fizeram à chaputa, ao peixe-porco e ao rascaço. Só no caso do rascaço é que lhes saiu o tiro pela culatra. Nas curvas ascendentes do carapau, que começa lindamente no "jaquinzinho", cai com o carapau pequeno, levanta-se com o carapau-carapau (atingindo a glória quando é carapau dourado), o chicharro é a acumulação de todas as qualidades e o cume da "carapauzice".

FERREIRA FERNANDES

«Volta para bordo, porra!»

De T-shirts a toque de telemóvel, a frase italiana tornou-se estrondo. Como se precisássemos todos de a ouvir para nos curar da modorra ambiente: "Vada a bordo, cazzo!", o que em português suave pode ser traduzido como "Volta para bordo, porra!".
Foi gritada por Gregorio De Falco, do porto de Livorno, capitão em terra mas com o brio de lobo do mar que faltou ao famigerado comandante do barco de cruzeiro naufragado. Francesco Schettino, comparei-o há dias, é um banana como a Europa que perante um perigo foge às suas responsabilidades.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Radiografia das Administrações Portuárias 2010

Por vezes fala-se dos portos e importa conhecer a sua realidade, motivo pelo qual achei interessante mostrar alguns números menos conhecidos dos portos de 2010, que estão disponíveis no site da Direção-Geral do Tesouro, em http://www.dgtf.pt/.
Estes valores beneficiariam muito de comparações mais exaustivas, por tipo de terminal, por tipo de linha de navegação, com os custos totais da passagem da carga para o cliente e com outros portos internacionais. Ainda assim, são uma janela única para a realidade portuária nacional.

POR RICARDO PAULO

Contra os canhões, exportar, exportar!

São muitos os exemplos de casos de sucesso nos portos nacionais que resultaram em exportações; se há sector que se tem adaptado com sucesso às condições económicas adversas é, sem dúvida alguma, o portuário! Ainda assim, leia-se o acordo com a Troika (ver pontos 5.24 a 5.27) para se perceber que, de todo o modo, há trabalho de casa a fazer. Mas os exemplos da obra realizada até aqui permitem olhar o futuro com confiança.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Apostar nos Portos

O Plano Estratégico de Transportes deste Governo tem como base, pela primeira vez desde que conheço o sector, uma estratégia clara voltada para o Mar e para os Portos.
Como referiu Oliveira Martins na apresentação do meu livro, Portugal está em 8º lugar a nível mundial no que respeita às estradas, mas apenas em 47º lugar no que respeita à competitividade dos seus portos (WEF Global Competitiveness Report 201).
Penso que a situação dos portos portugueses justifica plenamente em minha opinião a aposta do Governo nos Portos, para que passem a alavancar mais a economia.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

TERMINAIS PORTUÁRIOS DEDICADOS - Realidade Internacional

A constatação empírica dos novos fenómenos precede sempre o conhecimento e a adaptação, bem como a criação de novos instrumentos mais adequados à realidade. Assim acontece também na legislação portuária. Um novo fenómeno que se tem vindo a verificar neste sector, e no sector dos transportes, em todo o mundo, é a crescente necessidade que as indústrias têm de externalização das funções da logística e da distribuição. Por este motivo, surgem novos operadores logísticos e cadeias logísticas dominadas por empresas especialistas ao nível global que, da produção ao local de consumo, oferecem todos os serviços de transporte, organização, distribuição, pequenas montagens e adaptação às exigências do consumidor final.

ALFREDO PINHEIRO MARQUES

Sobre a terra e sobre o mar

Também no século XXI este país, tão marítimo, mas tão pobre, vai ter muita dificuldade para conseguir legitimar e manter os seus imensos espaços de mar no Atântico Norte.

POR LUÍS SOUSA

A Zona Económica Exclusiva - 200 milhas náuticas de recursos

A necessidade de garantir os recursos indispensáveis à sobrevivência é uma questão recorrente e de importância vital para agregados humanos, sendo simultaneamente causa e finalidade da sua estruturação, desde as mais primitivas tribos até à actual e ultra complexa configuração social.
Neste contexto se percebe a energia que é empregue na defesa e controlo de áreas que os podem garantir, com uma vertente negativa geradora de conflitos, mas também numa perspectiva positiva, fonte de códigos de conduta de respeito mútuo, desenvolvidos até à actualidade onde se encontram transpostos e explícitos na Lei Internacional.

POR LUÍS SOUSA

O Colapso dos Recursos Pesqueiros

A criação das Zonas Económicas Exclusivas foi resultado de um processo que durou cerca de 30 anos e pelo qual, inicialmente países desfavorecidos, tentaram adquirir controlo sobre novas áreas marinhas onde a abundância de recursos naturais, principalmente peixe para consumo humano, lhes garantia a melhoria das condições de vida das populações e o seu desenvolvimento económico.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Marketing Portuário - Produto Portuário

Alguns poderão pensar que as funções de planeamento, desenvolvimento e marketing deverão deixar de ser responsabilidade das autoridades portuárias por terem deixado de operar e gerir os terminais de carga e descarga de navios e enveredarem por processos de concessão da operação portuária - os portos senhorios.
Na realidade, o que se verifica é o contrário. Nos portos da Bélgica, Holanda, Alemanha e mesmo em Espanha, onde a maioria dos terminais são operados por concessionários privados, constata-se que as funções de marketing, planeamento estratégico e desenvolvimento alcançam cada vez mais relevo.

POR ALBANO DO CARMO

Potencialidades por explorar - Haverá petróleo na costa?

Numa altura em que o País de debate com uma factura energética que não pára de subir, pela nossa alta dependência do petróleo, este artigo de Albano T. do Carmo não podia ser mais pertinente.
A esperança de encontrar o "ouro negro", em Portugal, data de 1844 e podemos considerá-la adormecida como resultado da falta ou falha de liderança na obtenção de iniciativas reais e com a devida persistência na sua prospecção.

PACOTES DE AVIÃO + CRUZEIROS

Apostar no embarque de estrangeiros em Lisboa?

A proximidade do "aeroporto de Lisboa" ao "Terminal de Passageiros do porto de Lisboa" é uma mais valia que os novos tempos deverão ter em conta na criação de novos pacotes de avião + cruzeiros tendo Lisboa como porto de embarque.

Será o Cluster do Mar Português uma Inovação com 500 Anos?

A História marítima da Europa lançou as bases para o papel de liderança do continente europeu no comércio e na indústria ao longo dos últimos séculos. Os países Europeus já eram verdadeiros agentes globais muito antes do conceito de globalização ter sido criado. A economia global segundo Michalet (2001), corresponde à terceira fase da mundialização, pelo concurso de três vectores ou dimensões: as trocas internacionais de bens e serviços, os fluxos de investimento directo estrangeiro, e a circulação de capitais.
Podemos afirmar que Portugal foi pioneiro na exploração regular do comércio global através da via marítima entre continentes, fruto da sua capacidade de inovação tecnológica e conhecimentos científicos avançados, assim como devido a uma elevada capacidade cultural de integração e penetração em outras economias/culturas. A Caravela de 1500 era um Cluster do Mar! O comércio Global e a competitividade já existiam!

POR RICARDO PAULO

ROTERDÃO: Um porto 3D

Roterdão é hoje o maior hub logístico da Europa. Pelo seu porto passaram, em 2010, 430 milhões de toneladas de carga. O porto de Roterdão nasceu no século XIV, no centro desta bela cidade holandesa. Desde então e à medida que o movimento portuário de mercadorias crescia, as suas infra-estruturas e terminais foram ocupando as margens do rio Rhine até ao Mar do Norte, numa extensão que actualmente atinge os 40 kms. A sua área de jurisdição é de 10.500 hectares.

RUI RODRIGUES - CARGA & TRANSPORTES

Canal do Panamá alargado em 2014 é oportunidade para porto de Sines

A ampliação do Canal do Panamá vai alterar as rotas dos navios “New Panamax” com a consequente redução de custos do transporte, entre os diferentes pontos do mundo, sobretudo entre a América e a Ásia. O porto de Sines poderá tornar-se um dos nós de ligação entre as rotas marítimas mercantes Oeste-Leste e Norte-Sul.

POR RICARDO PAULO

O regresso ao Atlântico perdido

Ao contrário de há 500 anos atrás, vivemos hoje num mundo em constante competição! Referindo apenas os portos geograficamente mais próximos, Tânger, Algeciras, Valência e Ferrol preparam-se para nos fazer frente na conquista do Atlântico! Fazer de Portugal uma plataforma portuária de referência é um desígnio nacional. É por isso importante entender que a concorrência deverá encontrar-se não dentro, mas fora das nossas fronteiras. Só assim será possível recuperar o Atlântico perdido!

POR IVONE ROCHA

Agitar as águas...

No mês do Mar, vários eventos ocorrem em Portugal para debater e demonstrar as potencialidades do Mar, como recurso gerador de riqueza e apto a contribuir, de forma decisiva, para o desenvolvimento de Portugal e o projectar no mundo.

Total: 151
1 2 3 4 5 [6] 7 8