Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




ALFREDO PINHEIRO MARQUES

Sobre a terra e sobre o mar

Também no século XXI este país, tão marítimo, mas tão pobre, vai ter muita dificuldade para conseguir legitimar e manter os seus imensos espaços de mar no Atântico Norte.

POR LUÍS SOUSA

A Zona Económica Exclusiva - 200 milhas náuticas de recursos

A necessidade de garantir os recursos indispensáveis à sobrevivência é uma questão recorrente e de importância vital para agregados humanos, sendo simultaneamente causa e finalidade da sua estruturação, desde as mais primitivas tribos até à actual e ultra complexa configuração social.
Neste contexto se percebe a energia que é empregue na defesa e controlo de áreas que os podem garantir, com uma vertente negativa geradora de conflitos, mas também numa perspectiva positiva, fonte de códigos de conduta de respeito mútuo, desenvolvidos até à actualidade onde se encontram transpostos e explícitos na Lei Internacional.

POR LUÍS SOUSA

O Colapso dos Recursos Pesqueiros

A criação das Zonas Económicas Exclusivas foi resultado de um processo que durou cerca de 30 anos e pelo qual, inicialmente países desfavorecidos, tentaram adquirir controlo sobre novas áreas marinhas onde a abundância de recursos naturais, principalmente peixe para consumo humano, lhes garantia a melhoria das condições de vida das populações e o seu desenvolvimento económico.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Marketing Portuário - Produto Portuário

Alguns poderão pensar que as funções de planeamento, desenvolvimento e marketing deverão deixar de ser responsabilidade das autoridades portuárias por terem deixado de operar e gerir os terminais de carga e descarga de navios e enveredarem por processos de concessão da operação portuária - os portos senhorios.
Na realidade, o que se verifica é o contrário. Nos portos da Bélgica, Holanda, Alemanha e mesmo em Espanha, onde a maioria dos terminais são operados por concessionários privados, constata-se que as funções de marketing, planeamento estratégico e desenvolvimento alcançam cada vez mais relevo.

POR ALBANO DO CARMO

Potencialidades por explorar - Haverá petróleo na costa?

Numa altura em que o País de debate com uma factura energética que não pára de subir, pela nossa alta dependência do petróleo, este artigo de Albano T. do Carmo não podia ser mais pertinente.
A esperança de encontrar o "ouro negro", em Portugal, data de 1844 e podemos considerá-la adormecida como resultado da falta ou falha de liderança na obtenção de iniciativas reais e com a devida persistência na sua prospecção.

PACOTES DE AVIÃO + CRUZEIROS

Apostar no embarque de estrangeiros em Lisboa?

A proximidade do "aeroporto de Lisboa" ao "Terminal de Passageiros do porto de Lisboa" é uma mais valia que os novos tempos deverão ter em conta na criação de novos pacotes de avião + cruzeiros tendo Lisboa como porto de embarque.

Será o Cluster do Mar Português uma Inovação com 500 Anos?

A História marítima da Europa lançou as bases para o papel de liderança do continente europeu no comércio e na indústria ao longo dos últimos séculos. Os países Europeus já eram verdadeiros agentes globais muito antes do conceito de globalização ter sido criado. A economia global segundo Michalet (2001), corresponde à terceira fase da mundialização, pelo concurso de três vectores ou dimensões: as trocas internacionais de bens e serviços, os fluxos de investimento directo estrangeiro, e a circulação de capitais.
Podemos afirmar que Portugal foi pioneiro na exploração regular do comércio global através da via marítima entre continentes, fruto da sua capacidade de inovação tecnológica e conhecimentos científicos avançados, assim como devido a uma elevada capacidade cultural de integração e penetração em outras economias/culturas. A Caravela de 1500 era um Cluster do Mar! O comércio Global e a competitividade já existiam!

POR RICARDO PAULO

ROTERDÃO: Um porto 3D

Roterdão é hoje o maior hub logístico da Europa. Pelo seu porto passaram, em 2010, 430 milhões de toneladas de carga. O porto de Roterdão nasceu no século XIV, no centro desta bela cidade holandesa. Desde então e à medida que o movimento portuário de mercadorias crescia, as suas infra-estruturas e terminais foram ocupando as margens do rio Rhine até ao Mar do Norte, numa extensão que actualmente atinge os 40 kms. A sua área de jurisdição é de 10.500 hectares.

RUI RODRIGUES - CARGA & TRANSPORTES

Canal do Panamá alargado em 2014 é oportunidade para porto de Sines

A ampliação do Canal do Panamá vai alterar as rotas dos navios “New Panamax” com a consequente redução de custos do transporte, entre os diferentes pontos do mundo, sobretudo entre a América e a Ásia. O porto de Sines poderá tornar-se um dos nós de ligação entre as rotas marítimas mercantes Oeste-Leste e Norte-Sul.

POR RICARDO PAULO

O regresso ao Atlântico perdido

Ao contrário de há 500 anos atrás, vivemos hoje num mundo em constante competição! Referindo apenas os portos geograficamente mais próximos, Tânger, Algeciras, Valência e Ferrol preparam-se para nos fazer frente na conquista do Atlântico! Fazer de Portugal uma plataforma portuária de referência é um desígnio nacional. É por isso importante entender que a concorrência deverá encontrar-se não dentro, mas fora das nossas fronteiras. Só assim será possível recuperar o Atlântico perdido!

POR IVONE ROCHA

Agitar as águas...

No mês do Mar, vários eventos ocorrem em Portugal para debater e demonstrar as potencialidades do Mar, como recurso gerador de riqueza e apto a contribuir, de forma decisiva, para o desenvolvimento de Portugal e o projectar no mundo.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Canal do Panamá

O Canal do Panamá vai comemorar seu centenário, efeméride que corresponde a uma nova fase nas suas operações. O projecto de expansão, estimado em biliões de dólares, vai permitir lidar com navios porta-contentores de 12.000-15.000 TEU, dependendo da configuração do navio.
Este projecto tem vindo a provocar uma ampla discussão sobre o impacto na distribuição de mercadorias a nível global, havendo quem defenda um forte impacto e outros que defendem que a expansão terá um limitado impacto perceptível.

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

As sardinhas de 2016

As nossas sardinhas são boas e as nossas conservas de sardinhas são não só boas como tidas em boa conta, não só no mundo como no mundo das conservas. Os nossos melhores conserveiros estão em Matosinhos, nos Açores e em Olhão.
Não têm é o savoir-faire dos franceses.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

PORTOS DA REGIÃO DE LISBOA - Melhorar a Articulação dos Investimentos

´Há anos que algumas pessoas têm vindo a defender uma maior articulação entre os portos da região de Lisboa, designadamente em matéria de investimentos e desenvolvimento das capacidades com vista a melhor servir a região e o País.
Costumo definir a Região de Lisboa como “uma região com três margens”, duas do Tejo e uma do Sado, que normalmente é esquecida nas políticas de transportes da região ou relegada para a periferia, designadamente em matéria portuária.

ZONAS MARÍTIMAS

Como se dividiu o mar

Sendo verdade que não é possível sustentar uma relação directa entre dimensão territorial de um Estado e o seu poder, é inquestionável que a percepção de grandeza espacial é um verosímil indício de força. Nos preceitos que levaram Ray S. Cline à criação da sua fórmula do poder é mesmo possível concluir que abaixo duma determinada extensão o poder de um Estado é irrisório.
Historicamente, tal como as áreas emersas, o mar é um espaço que originou disputas intra-estaduais, catalisadas por vácuos de poder decorrentes da inexistência de um ordenamento jurídico internacional das áreas marítimas.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Regiões Logísticas Multi-portos

A contentorização forneceu o mecanismo para a expansão internacional dos mercados, melhorando a fiabilidade, flexibilidade e os custos de distribuição. A convergência desses factores permitiu a definição de cadeias globais de abastecimento, muitas com base no princípio de "just-in-time ", que é uma integração da velocidade com as estratégias de produção e de distribuição.

POR RICARDO PAULO

366 X 49 X 15

90 X 60 X 90 são medidas de que todos já ouvimos falar. Medidas padrão de uma mulher fisicamente perfeita. São a referência da moda em todo o mundo, o guião dos estilistas, o Santo Graal de qualquer modelo feminino que se preze. Imaginemos agora que esse padrão sofria alterações. Será que conseguimos idealizar a proporção da mudança a que estaria sujeita a indústria da moda?

POR RICARDO PAULO

Porta Atlântica da Europa vai entrar nos carris?

Apesar de ainda não ter sido apresentado publicamente, já vários jornais publicaram muitas daquelas que se julgam ser as ideias-chave do novo Plano Estratégico dos Transportes 2011-2015. Ora, se a essas notícias juntarmos as palavras proferidas pelo Secretário de Estado dos Transportes no seu discurso do passado dia 13 de Outubro no Congresso da APLOG – Associação Portuguesas de Logística, em que afirma: “Escolhemos os portos e a ferrovia de mercadorias como vectores determinantes de acréscimo de competitividade”, facilmente se percebe que Portugal joga na logística - como suporte às exportações - uma forte cartada do nosso desenvolvimento económico. Parece claro que este Governo aposta na continuidade da ideia de Portugal como Porta Atlântica da Europa.

S. POMPEU SANTOS

Alta velocidade ferroviária: desatar o nó

S. Pompeu Santos, engenheiro civil, escreve sobre a alta velocidade ferroviária no Diário de Notícias. Para ler aqui.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Portos em Proximidade

Um dos grandes temas de investigação recente na área portuária tem sido a questão da competição e cooperação entre portos em proximidade. Esta questão coloca-se cada vez mais por dois motivos: 1) Devido à melhoria das ligações terrestres aos hinterlands dos portos, nas vertentes de infra-estrutura de transporte e áreas logísticas, meios de transporte, organização logística e sistema de informação, alargando-os e sobrepondo-os de tal forma que os clientes importadores e exportadores passaram em poucos anos a ter opções de escolha como nunca tinham tido, lançando os portos numa competição aguerrida com vantagens para o mercado. Isto apesar de ser uma competição muito distorcida na Europa devido aos fortes apoios dos estados e da União Europeia aos investimentos.

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