Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
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O Paraíso dos Cruzeiros

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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




POR LUÍS SOUSA

Os anabolizantes portuários

Dispensando um pouco de atenção aos sinais procedentes dos respetivos órgãos de tutela governamental, é possível constatar que vivemos a antecâmara de uma nova política para os portos nacionais. “Nova” política o “velho” objectivo: o aumento da competitividade dos mesmos.

JOÃO PEDRO MATOS FERNANDES:

«Leixões é a maior obra do Fontismo»

Leixões é a maior obra do Fontismo. Construído no século XIX como alternativa à difícil e perigosa barra do Douro, o porto de abrigo cresceu até ultrapassar os 16 milhões de toneladas ano.
Quando foi construído, era muito comum o transporte de pessoas por via marítima. Ana Plácido foge de Lisboa para o Porto para vir ter com Camilo por via marítima. Passos Manuel, o primeiro primeiro-ministro português do Porto (só houve dois), ou melhor, de Matosinhos, embarca por mar para Lisboa para dar início ao “setembrismo”.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Ideias sobre o Modelo Macro de Governação dos Portos

O modelo de governação dos portos portugueses não pode estar desligado da sua estratégia e dos seus objectivos de melhoria da competitividade.
Os portos nacionais devem ser tão competitivos quanto os portos utilizados pelas concorrentes das exportadoras portuguesas nos mercados emergentes. Isto eleva muito a meta para os portos a um nível mais global. Todos os portos são concorrentes. Quanto mais competitivos forem os portos, mais competitivas são as empresas nacionais e mais exportarão pelos portos.

POR BENVINDA MARTINS

O caso da Nova Zelândia. Como realizar uma Reforma Portuária pacífica

A globalização trouxe ao governo da Nova Zelândia (NZ) a premissa de assegurar aos seus portos marítimos uma gestão eficiente, a fim de cumprirem o seu papel, sempre crítico, sempre dinâmico, na facilitação do desenvolvimento do comércio e da economia.
A revitalização da economia da NZ ocorreu nos anos 80 após a liberalização da economia: 1984 foi o ano da eleição do Partido Trabalhista e o início da Reforma Portuária, com sucessivas medidas liberais, acompanhadas de desregulação do mercado de trabalho portuário. A privatização de serviços portuários levou a uma deterioração das condições laborais, assinalável nos salários, hierarquização e segurança nos empregos, como se verificou por todo o mundo.

POR RICARDO PAULO

A verdadeira ponte

O Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, visitou Aveiro e aproveitou a ocasião para, uma vez mais, anunciar a ligação ferroviária Aveiro – Salamanca – Irún* como uma das prioridades do Governo em matéria de transportes.
Para termos uma ideia da importância do corredor E80, no ano passado, aproximadamente 50% do tráfego de mercadorias entre a Península Ibérica e o resto da Europa foi efectuado por este corredor.

M. JOÃO VIEIRA PINTO

Pode o turismo ajudar Portugal? - A defesa do cluster

Em 1994, o célebre relatório Porter apontava o Turismo como um dos clusters determinantes para o crescimento da economia portuguesa. Dezasseis anos depois, continua a faltar um trabalho integrado e alinhado de promoção da Marca-País.

HUMBERTO FERREIRA

Turismo, transportes e logística lideram competitividade

Portugal deve organizar mais regatas e eventos para partilhar com as potências mundiais.

JOSÉ CASTANHO PAES

Conhecimento, uso e controlo do mar português

Apesar dos notáveis avanços em matéria de direito do mar, a verdade é que o aproveitamento e a eventual reivindicação dos direitos atribuídos às nações pelos acordos e convenções internacionais, que regulam esse vasto domínio, só têm sentido prático se as próprias nações fizerem uma efectiva exploração das potencialidades do mar, o que pressupõe a posse, isolada ou partilhada, de determinadas capacidades que permitam, por um lado, melhor o conhecer e, por outro lado, melhor controlar o seu uso na defesa dos respectivos interesses nacionais. E tudo isto assume naturalmente especial acuidade nas áreas marítimas que se encontram sob as suas próprias jurisdições nacionais.

COMO AUMENTAR AS NOSSAS EXPORTAÇÕES

Investir nas principais linhas férreas do país é fundamental e urgente

Vamos considerar, como exemplo, o transporte de um contentor entre Lisboa e Atenas: este transporte, se for feito num camião TIR, custa 3500€; se for feito por navio custa 1700€; e se for feito num comboio de mercadorias custa 2300€.
Com base no anterior, imaginemos agora um contentor a partir de Sines, Lisboa, Setúbal, Aveiro ou Porto, por exemplo, com destino a Paris, Bruxelas, Amesterdão, Turim ou qualquer centro logístico da Europa e ter de fazer o transporte desta mercadoria em comboio, com o trajecto entre Portugal, em linha de bitola ibérica, para depois na fronteira de Espanha/França ter de mudar a carga para outro vagão que tenha o rodado em bitola europeia. Quanto é que, com esta adversidade, este encargo vai onerar o transporte da mercadoria?

POR LUÍS SOUSA

Conflitos do Mar

O fundador da Escola Possibilista e geógrafo francês Vidal de La Blanche, afirmou que “A geografia não condiciona, proporciona um leque de possibilidades que o homem é livre de aproveitar”. A contiguidade de uma nação ao oceano é um forte exemplo disso mesmo.
A História regista inumeráveis exemplos de condicionamentos resultantes da influência que o Mar exerce nas nações que com ele contactam. O aproveitamento dos recursos vivos e não vivos, e a sua utilização como meio de transporte colocam-no não raras vezes no centro das questões políticas, económicas e sociais dos povos.

POR LUÍS SOUSA

A «Área» – O País da Humanidade

Apesar de na sua maior parte a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar (CNUDM) de 1982, ter atribuído força de Direito Internacional a práticas ou acordos já anteriormente estabelecidos, uma noção particularmente inovadora assomou da mesma: A “Área”.
Por definição a CNUDM refere como “Área” o leito do mar, os fundos marinhos e o seu subsolo além dos limites de qualquer jurisdição estadual.

POR RUI RODRIGUES

Espanha já apresentou a sua rede transeuropeia de transporte

No passado dia 15 de Fevereiro de 2012, a nova Ministra espanhola do Fomento, Ana Pastor (na foto), apresentou a nova proposta da futura rede transeuropeia de transporte em Espanha. A Comissão Europeia já tinha aprovado dois corredores ferroviários no passado dia 19 de Outubro de 2011. Tinham sido propostas três ligações da Península Ibérica ao resto da Europa para o próximo pacote financeiro 2014-2020.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Governação dos Portos na Europa

A ESPO (European Sea Ports Organization) publicou em 2011 um relatório sobre a governação dos portos na Europa que tem conclusões muito interessantes e pode ser consultado aqui.
(Já agora, para quem gostar de leitura, sugiro ainda a consulta do relatório sobre a mão-de-obra portuária na Europa, que mostra bem como a estiva é muito mais flexível em muitos dos restantes países Europeus e que existe um longo caminho pela frente para sermos mais competitivos).

No portal da APP, a Opinião conta!

No portal da APP, a opinião também conta. A coluna de opinião regista já 58 artigos, sendo, na sua maior parte, textos escritos para primeira publicação neste recurso da Associação dos Portos de Portugal.
Outro dado a salientar reside no facto dos três colunistas que mais participam nesta secção - Luís Sousa, Ricardo Paulo, Vítor Calderinha -, trabalharem, todos eles, em administrações portuárias portuguesas.
Trata-se de espaço aberto à participação de todos os que pretendam também iniciar colaboração com o portal da APP, respeitando, claro está, as regras editoriais deste recurso.
Fica o convite.

POR LUÍS SOUSA

A Zona Contígua - A importância do exercício dos direitos FISA

Quando em Novembro de 1994 entrou em vigência a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), entre outras questões, reconheceu-se a importância da preservação do espaço marítimo, enquanto património comum da humanidade.
Definindo o enquadramento jurídico que rege todas as utilizações dos espaços marítimos, espoleta uma nova cultura orientada para o aproveitamento sustentável e protecção dos recursos dos mares e oceanos.

POR RICARDO PAULO

asrevnI acitíloP

Perante um cenário de reduzida eficácia prática das políticas levadas a cabo, a UE decidiu alterar o seu modus operandi. O objectivo de promover a intermodalidade e diminuir a quota de mercado da rodovia através do incentivo financeiro não foi suficiente. Partiu-se para a imposição de novas taxas para o transporte rodoviário; custos externos sobre os veículos, portagens e a eurovinheta são impostos à rodovia numa clara acção de POLÍTICA INVERSA. Não conseguindo subir a fasquia qualitativa da solução intermodal, a UE decidiu diminuir a da rodovia. Em vez de diminuir, optou por aumentar barreiras! Nivelou por baixo quando devia ser o inverso. Resta saber se resultará e qual o impacto que terá na nossa débil economia.

POR LUÍS SOUSA

O Alto-Mar - Onde a Economia Mundial Viaja

Quase metade das cidades mundiais com mais de 1 milhão de habitantes situam-se nas proximidades de embocaduras de rios ou estuários. Isto acontece porque do ponto de vista humano os oceanos são uma das principais fontes de recursos alimentares, de emprego e a principal via de comunicação para transporte e comércio internacional.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

O desempenho dos terminais de contentores

O desempenho dos terminais de contentores é hoje em dia fundamental para todos os interessados no seu funcionamento, desde os gestores, à população, aos clientes, aos operadores, às indústrias, aos governos e até aos funcionários e colaboradores do próprio porto. A crescente concorrência entre portos, transportadores marítimos e modos de transporte levou ao aumento da importância da medida e comparação do desempenho.

POR RICARDO PAULO

You´ll never walk alone

Todos os amantes de futebol sabem a importância que os adeptos têm para um clube. Cada vez mais, treinadores, dirigentes e jogadores, apelam aos adeptos para comparecerem nos jogos por forma a apoiar a sua equipa. Um dos maiores exemplos do sucesso resultante da união entre adeptos e clube é o Liverpool, cujo estádio é conhecido pelo “inferno de Anfield”. Não foi portanto por acaso que o hino adoptado pelo clube tenha sido a famosa música cantada por vozes como Frank Sinatra, Ray Charles ou Pink Floyd: You'll Never Walk Alone. Sintomático!

FERNANDA PALMA:

«A experiência trágica do Titanic revelou que há um Direito das catástrofes»

Em situações de conflito entre vidas, o Direito tem dificuldade em responder com a sua lógica de ponderação de bens. A motivação pelos critérios jurídicos cede ao desespero do salvamento. Porém, a experiência trágica do Titanic revelou que há um Direito das catástrofes e, no caso dos navios, uma profunda tradição ética no estabelecimento de prioridades.

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