Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
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Porto da Figueira da Foz
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Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

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Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Janela Única Logística




POR RUI RODRIGUES

Espanha já apresentou a sua rede transeuropeia de transporte

No passado dia 15 de Fevereiro de 2012, a nova Ministra espanhola do Fomento, Ana Pastor (na foto), apresentou a nova proposta da futura rede transeuropeia de transporte em Espanha. A Comissão Europeia já tinha aprovado dois corredores ferroviários no passado dia 19 de Outubro de 2011. Tinham sido propostas três ligações da Península Ibérica ao resto da Europa para o próximo pacote financeiro 2014-2020.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Governação dos Portos na Europa

A ESPO (European Sea Ports Organization) publicou em 2011 um relatório sobre a governação dos portos na Europa que tem conclusões muito interessantes e pode ser consultado aqui.
(Já agora, para quem gostar de leitura, sugiro ainda a consulta do relatório sobre a mão-de-obra portuária na Europa, que mostra bem como a estiva é muito mais flexível em muitos dos restantes países Europeus e que existe um longo caminho pela frente para sermos mais competitivos).

No portal da APP, a Opinião conta!

No portal da APP, a opinião também conta. A coluna de opinião regista já 58 artigos, sendo, na sua maior parte, textos escritos para primeira publicação neste recurso da Associação dos Portos de Portugal.
Outro dado a salientar reside no facto dos três colunistas que mais participam nesta secção - Luís Sousa, Ricardo Paulo, Vítor Calderinha -, trabalharem, todos eles, em administrações portuárias portuguesas.
Trata-se de espaço aberto à participação de todos os que pretendam também iniciar colaboração com o portal da APP, respeitando, claro está, as regras editoriais deste recurso.
Fica o convite.

POR LUÍS SOUSA

A Zona Contígua - A importância do exercício dos direitos FISA

Quando em Novembro de 1994 entrou em vigência a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), entre outras questões, reconheceu-se a importância da preservação do espaço marítimo, enquanto património comum da humanidade.
Definindo o enquadramento jurídico que rege todas as utilizações dos espaços marítimos, espoleta uma nova cultura orientada para o aproveitamento sustentável e protecção dos recursos dos mares e oceanos.

POR RICARDO PAULO

asrevnI acitíloP

Perante um cenário de reduzida eficácia prática das políticas levadas a cabo, a UE decidiu alterar o seu modus operandi. O objectivo de promover a intermodalidade e diminuir a quota de mercado da rodovia através do incentivo financeiro não foi suficiente. Partiu-se para a imposição de novas taxas para o transporte rodoviário; custos externos sobre os veículos, portagens e a eurovinheta são impostos à rodovia numa clara acção de POLÍTICA INVERSA. Não conseguindo subir a fasquia qualitativa da solução intermodal, a UE decidiu diminuir a da rodovia. Em vez de diminuir, optou por aumentar barreiras! Nivelou por baixo quando devia ser o inverso. Resta saber se resultará e qual o impacto que terá na nossa débil economia.

POR LUÍS SOUSA

O Alto-Mar - Onde a Economia Mundial Viaja

Quase metade das cidades mundiais com mais de 1 milhão de habitantes situam-se nas proximidades de embocaduras de rios ou estuários. Isto acontece porque do ponto de vista humano os oceanos são uma das principais fontes de recursos alimentares, de emprego e a principal via de comunicação para transporte e comércio internacional.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

O desempenho dos terminais de contentores

O desempenho dos terminais de contentores é hoje em dia fundamental para todos os interessados no seu funcionamento, desde os gestores, à população, aos clientes, aos operadores, às indústrias, aos governos e até aos funcionários e colaboradores do próprio porto. A crescente concorrência entre portos, transportadores marítimos e modos de transporte levou ao aumento da importância da medida e comparação do desempenho.

POR RICARDO PAULO

You´ll never walk alone

Todos os amantes de futebol sabem a importância que os adeptos têm para um clube. Cada vez mais, treinadores, dirigentes e jogadores, apelam aos adeptos para comparecerem nos jogos por forma a apoiar a sua equipa. Um dos maiores exemplos do sucesso resultante da união entre adeptos e clube é o Liverpool, cujo estádio é conhecido pelo “inferno de Anfield”. Não foi portanto por acaso que o hino adoptado pelo clube tenha sido a famosa música cantada por vozes como Frank Sinatra, Ray Charles ou Pink Floyd: You'll Never Walk Alone. Sintomático!

FERNANDA PALMA:

«A experiência trágica do Titanic revelou que há um Direito das catástrofes»

Em situações de conflito entre vidas, o Direito tem dificuldade em responder com a sua lógica de ponderação de bens. A motivação pelos critérios jurídicos cede ao desespero do salvamento. Porém, a experiência trágica do Titanic revelou que há um Direito das catástrofes e, no caso dos navios, uma profunda tradição ética no estabelecimento de prioridades.

POR RICARDO PAULO

PARA APROVEITAR ALARGAMENTO DO CANAL DO PANAMÁ - Cluster portuário rumo à internacionalização

Realizou-se de 18 a 22 de Janeiro a Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR), que é considerada como uma das maiores do mundo. Numa iniciativa promovida pelo Turismo de Portugal, o nosso país marcou mais uma vez presença com um stand composto por quarenta expositores e seis regiões de turismo. Quarenta e seis players, muitos deles concorrentes entre si, optaram por se juntar em torno de um objectivo comum: incrementar negócio promovendo a marca Portugal. O resultado foi um sucesso e, pelo segundo ano consecutivo, Portugal venceu o prémio para o melhor stand.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

LINER SHIPPING CONNECTIVITY INDEX - Portugal na 56.ª posição

A UNCTAD publicou recentemente o liner shipping connectivity index (LSCI), o seu índice anual de conectividade marítima em linhas regulares de contentores, em que Portugal ficou em 56º, descendo do 26ª posição que ocupava em 2010, regressando a valores relativos semelhantes aos de 2006. É ainda assim uma posição muito próxima da posição do País no índice global de competitividade que já referi neste portal.

POR ANTÓNIO NABO MARTINS

A carga pode (não) ser uma carga de trabalhos

O agravamento da situação económico-financeira do País e, consequentemente, a definição e o ulterior endurecimento das medidas de austeridade acordadas com a “Troika” marcaram e marcam a realidade dos transportes de mercadorias em Portugal, nomeadamente por via ferroviária.
Este facto associado às nossas “históricas” dificuldades, por um lado, relacionadas com a diferença de bitola, com a falta de interoperabilidade e com a posição geográfica de Portugal relativamente ao continente europeu; por outro, com a necessidade urgente de resolvermos o problema da resistência de engates, da capacidade de tração das locomotivas, do perfil do traçado com algumas rampas, do comprimento dos comboios e ainda alguma regulação, obriga-nos não só a olhar para as condições e para o contexto, mas também para a nossa realidade.

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

Bendito chicharro

O nome do chicharro ajuda a mantê-lo desconhecido por quem não percebe nada de peixe - e logo benditamente barato. Acho que é de propósito. Os pescadores - que comem todos os chicharros que puderem, vendendo apenas aqueles que as barrigas já não admitem - deram-lhes um nome pouco apelativo, como fizeram à chaputa, ao peixe-porco e ao rascaço. Só no caso do rascaço é que lhes saiu o tiro pela culatra. Nas curvas ascendentes do carapau, que começa lindamente no "jaquinzinho", cai com o carapau pequeno, levanta-se com o carapau-carapau (atingindo a glória quando é carapau dourado), o chicharro é a acumulação de todas as qualidades e o cume da "carapauzice".

FERREIRA FERNANDES

«Volta para bordo, porra!»

De T-shirts a toque de telemóvel, a frase italiana tornou-se estrondo. Como se precisássemos todos de a ouvir para nos curar da modorra ambiente: "Vada a bordo, cazzo!", o que em português suave pode ser traduzido como "Volta para bordo, porra!".
Foi gritada por Gregorio De Falco, do porto de Livorno, capitão em terra mas com o brio de lobo do mar que faltou ao famigerado comandante do barco de cruzeiro naufragado. Francesco Schettino, comparei-o há dias, é um banana como a Europa que perante um perigo foge às suas responsabilidades.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Radiografia das Administrações Portuárias 2010

Por vezes fala-se dos portos e importa conhecer a sua realidade, motivo pelo qual achei interessante mostrar alguns números menos conhecidos dos portos de 2010, que estão disponíveis no site da Direção-Geral do Tesouro, em http://www.dgtf.pt/.
Estes valores beneficiariam muito de comparações mais exaustivas, por tipo de terminal, por tipo de linha de navegação, com os custos totais da passagem da carga para o cliente e com outros portos internacionais. Ainda assim, são uma janela única para a realidade portuária nacional.

POR RICARDO PAULO

Contra os canhões, exportar, exportar!

São muitos os exemplos de casos de sucesso nos portos nacionais que resultaram em exportações; se há sector que se tem adaptado com sucesso às condições económicas adversas é, sem dúvida alguma, o portuário! Ainda assim, leia-se o acordo com a Troika (ver pontos 5.24 a 5.27) para se perceber que, de todo o modo, há trabalho de casa a fazer. Mas os exemplos da obra realizada até aqui permitem olhar o futuro com confiança.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Apostar nos Portos

O Plano Estratégico de Transportes deste Governo tem como base, pela primeira vez desde que conheço o sector, uma estratégia clara voltada para o Mar e para os Portos.
Como referiu Oliveira Martins na apresentação do meu livro, Portugal está em 8º lugar a nível mundial no que respeita às estradas, mas apenas em 47º lugar no que respeita à competitividade dos seus portos (WEF Global Competitiveness Report 201).
Penso que a situação dos portos portugueses justifica plenamente em minha opinião a aposta do Governo nos Portos, para que passem a alavancar mais a economia.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

TERMINAIS PORTUÁRIOS DEDICADOS - Realidade Internacional

A constatação empírica dos novos fenómenos precede sempre o conhecimento e a adaptação, bem como a criação de novos instrumentos mais adequados à realidade. Assim acontece também na legislação portuária. Um novo fenómeno que se tem vindo a verificar neste sector, e no sector dos transportes, em todo o mundo, é a crescente necessidade que as indústrias têm de externalização das funções da logística e da distribuição. Por este motivo, surgem novos operadores logísticos e cadeias logísticas dominadas por empresas especialistas ao nível global que, da produção ao local de consumo, oferecem todos os serviços de transporte, organização, distribuição, pequenas montagens e adaptação às exigências do consumidor final.

ALFREDO PINHEIRO MARQUES

Sobre a terra e sobre o mar

Também no século XXI este país, tão marítimo, mas tão pobre, vai ter muita dificuldade para conseguir legitimar e manter os seus imensos espaços de mar no Atântico Norte.

POR LUÍS SOUSA

A Zona Económica Exclusiva - 200 milhas náuticas de recursos

A necessidade de garantir os recursos indispensáveis à sobrevivência é uma questão recorrente e de importância vital para agregados humanos, sendo simultaneamente causa e finalidade da sua estruturação, desde as mais primitivas tribos até à actual e ultra complexa configuração social.
Neste contexto se percebe a energia que é empregue na defesa e controlo de áreas que os podem garantir, com uma vertente negativa geradora de conflitos, mas também numa perspectiva positiva, fonte de códigos de conduta de respeito mútuo, desenvolvidos até à actualidade onde se encontram transpostos e explícitos na Lei Internacional.

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